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    Data mapping: O primeiro passo para a conformidade com a LGPD

    Tempo de leitura estimado (em minutos): 4

    Trabalhar em conformidade com a LGPD envolve uma grande responsabilidade no tratamento de dados pessoais. Por muitas vezes, esses dados são coletados de diferentes pontos, como redes sociais, eventos, landing pages e até do site da sua empresa, o que irá envolver diversas ferramentas nesse gerenciamento.

    Agora, imagine uma situação onde esses dados vazam, como você vai saber o impacto desse vazamento? Seria muito complexo descobrir isso sem o data mapping.

    Mas afinal, o que é o data mapping?

    Esse processo documenta onde os dados estão localizados, como são coletados, quem tem acesso a eles e como são processados. Ele ajuda as empresas a entender melhor o fluxo de informações, identificar vulnerabilidades e garantir a conformidade com a legislação de proteção de dados.

    O data mapping inclusive é requisito da LGPD, como cita o Art. 37 da lei, que fala mais sobre a necessidade de um registro. Segundo ela, “o controlador e o operador devem manter registro das operações de tratamento de dados pessoais que realizarem, especialmente quando baseado no legítimo interesse”.

    Basicamente, esse registro é o resultado final do data mapping. É ele que vai permitir ao controlador de dados a identificação e mitigação de riscos, além de melhorar a gestão de dados.

    O que devo mapear?

    Todavia, durante essa operação não se deve realizar um mapeamento sem objetivo, sendo necessário pontos que apresentem uma visão geral sobre o ciclo de vida dos dados que estão sendo tratados.

    Informações como a forma e o local em que esses dados foram armazenados, seu processo de rastreamento, catalogação e até como os dados se propagam fazem parte de um método de inventário importante e que irá viabilizar uma gama de possibilidades.

    Porém, esse processo não é simples. Em especial porque requer um levantamento inicial detalhado de todas as áreas da empresa que manipulam dados. É essencial ter um entendimento claro dos diferentes setores da organização e realizar uma manutenção constante do monitoramento do fluxo de dados para garantir a precisão do mapeamento.

    Quais serão os meus benefícios?

    Utilizar o data mapping proporciona diversas vantagens para as organizações. Ao realizar esse procedimento, é possível eliminar transferências desnecessárias de dados, mapear potenciais usos não autorizados das informações, identificar exatamente como cada dado é capturado e prevenir vazamentos de dados sensíveis.

    Além disso, o data mapping proporciona transparência aos titulares dos dados, permitindo que saibam exatamente como suas informações são tratadas. Essa abordagem não apenas fortalece a conformidade com regulamentos de privacidade, mas também ajuda a diagnosticar e melhorar continuamente as práticas de segurança da informação dentro da organização, mitigando assim os riscos de violações de dados.

    Protegendo dados e promovendo credibilidade

    Em resumo, o data mapping não é apenas uma medida regulatória, mas uma ferramenta estratégica. Investir nessa prática não só protege os dados sensíveis, mas também promove uma cultura organizacional de responsabilidade e segurança da informação.

    Uma estratégia inteligente para garantir que as práticas de privacidade e segurança estejam alinhadas. Em um ambiente cada vez mais digital e conectado, essa abordagem não só protege os interesses das partes envolvidas, mas também sustenta a reputação e o sucesso a longo prazo das empresas no cenário atual.





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